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Utilidade Pública

Cardápio especial ajuda a minimizar os efeitos colaterais do tratamento contra o câncer

26-05-2011
Bolo de mel: opção de doce, recomendado para casos de

Bolo de mel, sem ovo: recomendado para pacientes de radioiodoterapia que sentem dor para engolir. (Fotos: Icesp/Divulgação)

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) elaborou um cardápio especial, com objetivo de ajudar o paciente a controlar ou minimizar os efeitos colaterais dos tratamentos quimioterápico, radioterápico e de radioiodoterapia, além de evitar perda de peso. Além do uso de medicamentos prescritos pelo médico, esses sintomas desagradáveis podem ser minimizados por meio de uma avaliação nutricional, para saber quais são os cuidados necessários com a alimentação durante o período de tratamento.

Por isso, o Icesp criou o cardápio, que está disponível no site da instituição. As receitas e dicas foram cuidadosamente elaboradas pela equipe de nutrição, que também comanda o projeto Cozinha Experimental. Uma vez por mês, acompanhantes têm aulas práticas com os profissionais e aprendem a estimular o apetite e levar bem-estar ao paciente por meio do sabor e dos benefícios da comida.

Entre as receitas (no site, é só clicar sobre o nome para ver os detalhes), há opções de pratos salgados, como cestinhas de folhas (recomendadas para casos de náuseas, vômitos e intestino preso), rocambole de fubá (dor para engolir, feridas na boca, náuseas e vômitos, diarreia), almôndega de aveia (ausência ou alteração de paladar, náuseas e vômitos, intestino preso), sopa de grão de bico com abacaxi (radioiodoterapia, ausência ou alteração de paladar, dor para engolir boca seca, intestino preso) e sopa de batata doce com alho poro (radioiodoterapia, feridas na boca, boca seca).

Há, ainda, pratos doces, como flan de laranja com calda de hortelã (alteração no paladar, dor para engolir, feridas na boca, boca seca, náuseas e vômito), sorvete de erva doce com maçã (ausência ou alteração no paladar, dor para engolir, feridas na boca, boca seca, náuseas e vômito), banana com cravo e canela (radioiodoterapia, ausência ou alteração do paladar, dor para engolir, boca seca)  e  bolo de mel – sem ovo (radioiodoterapia, dor para engolir).

E sugestões de bebidas: suco de maçã, limão e hortelã (radioiodoterapia, ausência ou alteração do paladar, dor para engolir, boca seca, náuseas e vômito e diarreia), suco de couve cítrico (ausência ou alteração do paladar, dor para engolir, boca seca, náuseas e vômito), espumante de maçã com hortelã (radioiodoterapia, ausência ou alteração do paladar, dor para engolir, boca seca, náuseas e vômitos, diarréia), suco de cenoura, tangerina e gengibre (radioiodoterapia, ausência ou alteração do paladar, dor para engolir, boca seca, nauseas e vômitos) e milk-shake de banana (dor para engolir, feridas na boca, boca seca, intestino preso)

A continuidade do tratamento e o empenho em garantir uma alimentação adequada são fundamentais para a recuperação e manutenção da saúde. ”O acompanhamento do médico e, em alguns casos, a prescrição de medicamentos para possíveis reações temporárias negativas é fundamental, mas, em conjunto com isso, o auxílio pode vir da cozinha de casa”, comenta a gerente do Serviço de Nutrição e Dietética do Icesp, Suzana Camacho.

O site traz, também, dicas para controlar os sintomas desagradáveis.

Leia sobre a campanha ´Doe 1 Dia`, que incentiva a população a reservar um dia para fazer exames preventivos contra o câncer.

(Informações extraídas do site do Icesp – www.icesp.org.sp.br)

Bolo de mel, sem ovo: recomendado para pacientes de radioiodoterapia que sentem dor para engolir. (Fotos: Icesp/Divulgação)

Suco de couve cítrico: sugestão para pacientes com ausência ou alteração do paladar, dor para engolir, bosa seca, náusea e vômito.

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Gripe A: Saúde recomenda restrições de trabalho para grávidas

12-08-2009

A Secretaria de Estado da Saúde decidiu recomendar restrições para grávidas que trabalham no Estado de São Paulo. A medida visa prevenir casos de infecção pelo vírus da gripe A H1N1, popularmente conhecida como gripe suína, entre as gestantes, que fazem parte do grupo de maior risco de morbi-mortalidade pela doença.

Dos 69 óbitos registrados pela nova gripe no Estado de São Paulo até o dia 7 de agosto, 13 foram de mulheres grávidas. A Secretaria ainda estuda o motivo pelo qual a mortalidade tem sido alta entre as gestantes, mas um dos possíveis fatores é a redução da imunidade entre essas pacientes, além de diminuição da capacidade pulmonar, especialmente nos três últimos meses de gestação.

Recomenda-se que hospitais e demais serviços de saúde, das redes pública e privada, efetuem a transferência temporária de funcionárias grávidas para outros setores, cujas atividades sejam de menor risco e onde não haja contato com pacientes portadores de síndrome gripal.

Do mesmo modo, os estabelecimentos de ensino (escolas, centros de educação infantil e creches, dentre outros) devem transferir temporariamente as gestantes para outros setores que não tenham presença de alunos gripados.

A Secretaria recomenda, ainda, que na impossibilidade de transferência, as instituições estudem alternativas legais de afastamento temporário das gestantes.

Outros estabelecimentos que possuem funcionárias gestantes também ficam orientados a adotar medidas para reduzir o risco de infecção pela gripe A H1N1, minimizando a exposição dessas mulheres a pessoas com quadros gripais e promovendo condições adequadas para a adoção de medidas preventivas, como higienização das mãos, limpeza e ventilação do ambiente, entre outras ações.

Outra recomendação da pasta é para que gestantes saudáveis evitem situações que facilitem a exposição ao vírus Influenza, como o contato com pessoas doentes e aglomerações por tempo prolongado, dentre outras.

(Texto extraído do site da Secretaria de Estado da Saúde)

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Sabesp amplia coleta de óleo de cozinha usado

02-07-2009

O óleo usado em frituras de alimentos é um fator de alto risco de poluição da água e do solo, quando descartado pelos ralos das residências, além de contribuir para o acúmulo de resíduos que entopem os encanamentos. Por isso, a regional da Sabesp de Registro estendeu seu Programa de Reciclagem de Óleo de Fritura (Prol) para todo o Vale do Ribeira.

As 19 agências de atendimento da Sabesp na região se transformaram em ´ecopontos` de coleta do óleo usado em cozinha. Para colaborar com a campanha, basta armazenar o produto (frio) em garrafas do tipo pet. Assim, evita-se também que as garrafas sejam descartadas na natureza. O material pode ser depositado nas agências da Sabesp ou em outros pontos de coleta. Em Registro, por exemplo, o Departamento Municipal do Bem Estar Social, o Cidadão Catador e a sede da Autopista Regis Bittencourt entraram na campanha e estão recebendo óleo usado.

O Prol foi lançado em Registro há mais de dois meses, em parceria com a Prefeitura Municipal, a Associação Comercial de Registro (Aciar) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Cidadania do Vale do Ribeira (Idesc).

Destino nobre

E o que a Sabesp faz com todo o óleo coletado? O Prol não somente evita a poluição do meio ambiente, mas também contribui com um fator socioeconômico. Todo o material é doado a associações de catadores de recicláveis. O destino do óleo de fritura é a venda para fabricantes de biodiesel, por um preço que varia entre 80 e 90 centavos o litro.

Estrago

Para chegar à população, a água deve ser tratada. De acordo com estudos da Sabesp, um único litro de óleo descartado na natureza pode poluir até 25 mil litros de água. Além disso, o óleo impede a fotossíntese de organismos aquáticos porque, ao formar uma camada na superfície dos rios e lagos, bloqueia a luz do sol. A carga orgânica contida no óleo usado é alta e rouba o oxigênio da água, o que prejudica sobremaneira a sobrevivência da fauna e flora.

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SP tem 1º ônibus a hidrogênio

02-07-2009

Ônibus totalmente limpos, silenciosos, que utilizam como combustível o hidrogênio, o elemento químico mais abundante do planeta, e liberam apenas vapor de água. Assim é o Ônibus Brasileiro a Hidrogênio, apresentado pelo governo do Estado dia 1º de julho. O veículo circulará em testes na Região Metropolitana de São Paulo (Corredor Metropolitano ABD – São Mateus / Jabaquara) a partir de agosto deste ano. O evento contou com a participação do governador José Serra e do secretário dos Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella.

Com o primeiro veículo desse tipo na América Latina, o Brasil passa a ter posição global de destaque ao lado dos Estados Unidos, Alemanha e China. “O Brasil é um dos cinco países do mundo que dominam a tecnologia e que têm ônibus movidos a hidrogênio. Também é importante salientar que nós somos o único, entre estes países, que detém uma tecnologia híbrida, como segunda opção para o ônibus a hidrogênio: a eletricidade”, disse o governador durante apresentação.

O projeto prevê a fabricação de até quatro veículos, mais a montagem da estação de produção de hidrogênio e abastecimento dos ônibus, em São Bernardo do Campo, com o apoio técnico da Petrobrás, da BR Distribuidora e da AES Eletropaulo.

Construído em Caxias do Sul (RS), o protótipo já passou por todos os testes automotivos necessários para a sua homologação. Os outros três veículos serão incluídos no sistema a partir de 2010.

O projeto

O projeto brasileiro começou há 15 anos, quando a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP), vinculada à Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, e o Ministério das Minas e Energia (MME) iniciaram estudos para o uso do hidrogênio como combustível em ônibus urbanos. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) reconheceu a importância do projeto e destinou recursos do Global Environmental Facility (GEF) para financiá-lo: US$ 16 milhões (mais de R$ 32 milhões)

A EMTU/SP, coordenadora nacional do projeto, será responsável pelo acompanhamento e avaliação do desempenho dos veículos que circularão nas 13 linhas do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus / Jabaquara). Esse corredor é ideal para o experimento, pois apresenta alta demanda. São cerca de 270 mil passageiros por dia. “Vai ser um teste muito importante do ponto de vista operacional, pois é preciso examinar a economicidade e a viabilidade econômica do projeto”, afirmou o governador José Serra. “O projeto vale um grande investimento inicial, porque se trata de uma tecnologia e uma forma nova de transporte”, complementou.

Esse trabalho será feito até 2011 com os quatro ônibus previstos no projeto. Após o período de testes, os veículos serão incorporados à frota operacional do corredor.

(Texto extraído do site do governo de São Paulo)

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Vem aí o Museu do Saneamento

02-07-2009

A cidade de São Paulo vai ganhar um museu dedicado à maior fonte de vida, a água. A Fundação Energia e Saneamento de São Paulo – ligada à Sabesp – desenvolveu o projeto do Museu do Saneamento, que será construído no local das antigas instalações da Estação Elevatória da Ponte Pequena, na avenida do Estado. Criado pelos arquitetos Renato e Lilian Dal Pian, o projeto prevê uma área construída de 3 mil metros quadrados, 7 mil metros quadrados de jardins, espelhos d’água e a revitalização do antigo prédio que fica ao lado da casa de bombas, erguido no século XIX.

A privilegiada localização central da cidade coloca o Museu do Saneamento próximo da Pinacoteca do Estado e do Museu da Língua Portuguesa, integrando um polo cultural. O museu terá, além de áreas expositivas, auditório, bar, café e biblioteca. A previsão do início das obras é o segundo semestre deste ano. Quatro galpões construídos para adaptar as instalações da Sabesp, ao longo dos anos, serão demolidos para dar espaço ao projeto e, também, valorizar o prédio principal da Estação Elevatória. Será construído um novo espaço, parecido com uma caixa de aço, e um corredor de vidro de 24 metros.

Valor Cultural

Na área expositiva, o visitante do futuro museu contará com acervo multimídia para pesquisas, instrumentos e equipamentos que contarão a história do saneamento. É provável até que se encontre referências aos vendedores de água em pipas, que abasteciam as residências até o ano de 1900. Ou aos chafarizes que ornamentavam a cidade no século XVII.

O museu também tem a função de conscientizar a população sobre o uso racional da água potável, que hoje configura o bem mais precioso da humanidade, além de apresentar métodos alternativos para evitar a poluição de mananciais, rios e lagos. A importância desse aprendizado está em evitar epidemias enfrentadas por São Paulo, como a de 1914, que atacou moradores de bairros que usavam água poluída do rio Tietê sem tratamento.

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